Critérios para selecionar uma carta sem depender apenas do nome do indicador ou de uma tabela pronta.
Comece pelo tipo de dado
Dados de variáveis representam medições em escala; dados de atributos representam contagens ou classificações. Essa distinção é necessária, mas não suficiente: tamanho do subgrupo, oportunidade de ocorrência e frequência também importam.
Evite escolher pela carta que o software abre primeiro. Formule a pergunta e preserve a estrutura dos dados.
Subgrupos e sequência
Subgrupos racionais procuram reunir observações produzidas sob condições semelhantes, permitindo que a variação dentro e entre grupos responda à pergunta do processo.
Exemplo: misturar peças de turnos diferentes no mesmo subgrupo pode ocultar uma mudança entre turnos. Separar cada observação também pode perder informação sobre variação de curto prazo.
Famílias, não receitas
Cartas para médias e amplitudes, observações individuais, proporções ou contagens são famílias conhecidas, mas cada uma possui premissas. Eventos raros, autocorrelação, distribuições assimétricas ou tamanhos variáveis podem exigir tratamento específico.
- tipo e escala do dado
- tamanho e constância do subgrupo
- independência e ordem temporal
- oportunidades de ocorrência
- sensibilidade necessária
- plano de reação
Limitações
Aplicar regras adicionais aumenta sensibilidade, mas também pode aumentar sinais sem relevância. A configuração deve ser documentada.
Confirme no produto as cartas, regras, estimadores e tratamentos realmente suportados; não extrapole exemplos gerais para funcionalidades.
Aplicação prática
Quer avaliar uma solução relacionada?
Conheça a página comercial para entender o escopo confirmado e preparar perguntas para uma demonstração.
Avaliar cartas no Q-CEP